As rugas, as cicatrizes, os cabelos brancos e todo o mais. Os espelhos nos dizem que tudo deve se multiplicar. Em silêncio, movimentam-se os lábios daquele que está no espelho. E está dizendo todas estas coisas sem sons, aquele ‘nós’, com nossos lábios, nosso olhar. E cresce o estranhamento em ver a si próprio noutro rosto, descobrindo que a vida é apenas um recorte.