16 de outubro de 2012








Vendo as flores da janela. Sem sol. 
Vendo minhas lágrimas. E todo o cinza. 
Vendo meus sorrisos sem sentido. 
Vendo a beleza dada pelos olhos diante desse espelho sem reflexo.
Vendo sonhos irrealizáveis.
E vendo tudo que não vivi.
Assim a certeza de que não perdi nada nesta vida.

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