Desesperado mantinha o revólver sempre por perto. Cansado mantinha a cachaça sempre por perto.Feliz, trazia uma vadia pra ficar por perto.Nunca misturava as coisas nunca esperava o melhor, nunca mesmo.
Passou algum tempo desconcertado,pensou mais um pouco parado de frente para o muro.Ela voltaria,pensou,melhor que volte,falou.Retirou a arma da cintura e disparou contra a cabeça.
6 de julho de 2009
Um dia seu passado acorda e escancarando sua boca diz copiosamente: Reflito a imagem de que sou ninguém Não há quem diga o quanto valho Os cabelos , os dedos, a boca seca... Vendo esses fragmentos de ser Vendo os frageis momentos...