29 de setembro de 2015

Deslumbrante Eco estas palavras sem poética chamam teu nome
Assim como a brisa fala: 
Que tu veux? Oú  on y va?
E eu discípulo asceta
do silêncio
sigo tão dura e frágil vida 
Ouvindo dia após sagrado dia:
-Falta-me a força para levar a ti uma ânfora
com a música de minha Agonia.