D I Z T A N C I A S
6 de julho de 2009
Um dia seu passado acorda e escancarando sua boca diz copiosamente:
Reflito a imagem de que sou ninguém
Não há quem diga o quanto valho
Os cabelos , os dedos, a boca seca...
Vendo esses fragmentos de ser
Vendo os frageis momentos...
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