11 de julho de 2025

 

Destemido diante da sorte

Enternecido com o acaso

De quem sou eu neste momento.


E penso, penso, o peso de escolher o tempo tão incerto.

 Transito pelo passado transpassado pelo espírito que sonda o precipício.

 

A esperança molha os pés nas águas do desalento.

Os acordados não querem dormir,

os que dormem sonham com as guerras, então, não podem sonhar.

Afinal a Guerra é uma besta que se levanta

e prenha de toda humanidade 

quer parir seus filhos.

Tudo em vão, ao nascer, viver, crescer morrerão. 

Tal uns ou outros.

Sem terem nomes instituídos

nem fantasmas serão.