"Todo pensamento produz um lance de dados." (Sthephane Mallarmé)
Eu rezo e peço à deus, ao vento, faço minhas preces a todos os bares, praças, ruas e suas sarjetas nas quais passei grande tempo.
Entendendo que foi por acaso que acolheram a mim e as noites insones, pois não sei, como ou por que me acolheram.
Faço prece para tentar entender por um acaso, verdadeiramente ao simples acaso, que eu sou eu quando alguém desce nestas circunstâncias de naufrágio.
E na constrição de circunstâncias eternas ainda rolam os dados jogados num branco abismo.
Peço à deus, ao vento, ao leitor para que escolham por mim. E nas suas próprias circunstâncias. E rezo sem remissão e sem perdão pedindo qual é número infinito do acaso que escolhe por nós e nas suas próprias circunstâncias revela que que não sabe abolir jamais.
Entendendo que foi por acaso que acolheram a mim e as noites insones, pois não sei, como ou por que me acolheram.
Faço prece para tentar entender por um acaso, verdadeiramente ao simples acaso, que eu sou eu quando alguém desce nestas circunstâncias de naufrágio.
E na constrição de circunstâncias eternas ainda rolam os dados jogados num branco abismo.
Peço à deus, ao vento, ao leitor para que escolham por mim. E nas suas próprias circunstâncias. E rezo sem remissão e sem perdão pedindo qual é número infinito do acaso que escolhe por nós e nas suas próprias circunstâncias revela que que não sabe abolir jamais.