Éramos dois vindos de lados opostos na mesma estrada. E nos encontramos numa parada qualquer. Encontramos conforto, encontramos descanso de uma viajem que até este momento de tão longa parecia que não levaria para lugar nenhum. Na estrada que não é vazia, dirigíamos sós, mesmo entre tantos outros carros, caminhões, prostituições, alguns perdidos, andarilhos, bêbados, drogados e outros motoristas. Apenas parando em muitos lugares e por vezes conhecendo muitos outros, sem realmente parar e sem conhecer alguém.
Neste tempo e em nossos passados, mesmo quando carregamos pessoas e mais pessoas ao nosso lado, sabemos que todas ficaram onde tinham de ficar, por isso caminhamos sós. E neste ponto nos encontramos. Abastecemos de que precisávamos para seguir em frente, alimentamos uma troca, alcançamos uma satisfação que em poucas vezes ao parar alcançaríamos ou alcançaremos noutro tempo para alguém entrar ou sair da nossa companhia. E tudo é eternamente agora. O coração querendo encontrar uma estrada segura. Ir por caminhos não tão novos. E ingenuamente penso que é melhor não ter voltado para a estrada tão fria e tão rápida, mas, reaprender a caminhar com você.
Neste tempo e em nossos passados, mesmo quando carregamos pessoas e mais pessoas ao nosso lado, sabemos que todas ficaram onde tinham de ficar, por isso caminhamos sós. E neste ponto nos encontramos. Abastecemos de que precisávamos para seguir em frente, alimentamos uma troca, alcançamos uma satisfação que em poucas vezes ao parar alcançaríamos ou alcançaremos noutro tempo para alguém entrar ou sair da nossa companhia. E tudo é eternamente agora. O coração querendo encontrar uma estrada segura. Ir por caminhos não tão novos. E ingenuamente penso que é melhor não ter voltado para a estrada tão fria e tão rápida, mas, reaprender a caminhar com você.