Essa voz habita o entre-lugar da existência.
Com ciência
da própria finitude e contradição.
Em dias assim
Nos quais o ser é inseparável de si mesmo
Eu vendo minha parte.
Eu negocio meus ossos e o meu pó.
Para alguém plantar um jardim suspenso entre o espiritual e o terreno.
Nenhum comentário:
Postar um comentário